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7 regrinhas de segurança online que devemos praticar sempre
7 regrinhas de segurança online que devemos praticar sempre
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7 regrinhas de segurança online que devemos praticar sempre

A segurança online não deve ser baseada em apenas um dia, mas sim, no ano todo

Da Redação

06/02/2018 às 11h07

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Foto:

Os usuários, principalmente os brasileiros, já perceberam que 2018 começou com diferentes tipos de ataques de phishing e com um número bastante considerável de vítimas que acreditaram nesses golpes. E, hoje, no Dia da Internet Segura, vale lembrar que a segurança online não deve ser baseada em apenas um dia, mas sim, no ano todo. Para se ter uma ideia, segundo levantamento da Kaspersky Lab realizado em 2017, mais de 30% dos brasileiros sofreram ataques online no ano passado.

A Internet pode expor os usuários para diferentes perigos que muitas vezes não imaginam. "É com base no clique no link malicioso que os cibercriminosos conseguem trazer problemas ao usuário, que vão desde ao roubo de senhas de redes sociais até prejuízos financeiros, devido ao furto de dados de acesso à internet banking”, diz Thiago Marques, analista de segurança da Kaspersky Lab

Não há dúvidas que a Internet tornou-se uma ferramenta fundamental e útil no nosso dia a dia. Ela é utilizada para trabalhar, educar e até mesmo para entreter. No entanto, devido ao nosso uso constante, muitos de nós tendem a diminuir nossa guarda e cometer erros de segurança que podem custar a nossa reputação, privacidade, dinheiro e até danos físicos.

Pensando nisso, a Kaspersky Lab listou 7 principais regras de segurança na Internet que ajudarão a evitar problemas online (e no mundo real):

1. Tenha cuidado com o que você publica nas redes sociais
Qualquer comentário ou foto que você postar na Internet pode permanecer lá para sempre, uma vez que a exclusão do original (por exemplo, do Twitter) não elimina as cópias feitas por outras pessoas. "Não há como "retirar" uma afirmação que você não gostaria de ter feito, e muito menos desconvidar alguém de uma festa”, afirma Marques. "Aqui, a regra a seguir é simples: não publique nada que você ache que sua mãe ou um chefe não gostariam de ler.”  

2. Ative as configurações de privacidade
As pessoas que comercializam produtos gostam de saber tudo sobre você, mas os cibercriminosos também. Ambos podem obter muitos dados de seus hábitos de navegação e uso de redes sociais. No entanto, você pode assumir o controle de sua informação. Tanto os navegadores de Internet quanto os sistemas operacionais móveis oferecem configurações que permitem proteger sua privacidade online. Os principais sites, como o Facebook, também oferecem ajustes para aumentar a privacidade. De acordo com Marques, às vezes, esses ajustes são (deliberadamente) difíceis de encontrar porque as empresas desejam ter acesso às suas informações pessoais por um valor comercial. O especialista recomenda ativar essas proteções de segurança e mantê-las ativas.

3. Navegue de forma segura
Você não caminharia voluntariamente por meio de uma área perigosa, então aplique os mesmos critérios e não visite sites perigosos online. "Os cibercriminosos usam conteúdo mórbido como um gancho. Eles sabem que às vezes as pessoas são tentadas por conteúdos questionáveis e podem deixar a guarda quando a procuram. No submundo da Internet, existem muitas armadilhas difíceis de identificar, nas quais um clique descuidado pode expor dados pessoais ou infectar seu dispositivo com malware ", diz Marques.

4. Verifique se a sua conexão com a Internet é segura
Quando você se conecta a um site público utilizando uma rede Wi-Fi pública, você não possui controle direto sobre sua segurança. Os especialistas corporativos em cibersegurança estão preocupados com os "pontos finais", ou seja, os terminais por meio dos quais uma rede privada se conecta com o mundo exterior. O seu ponto de extremidade vulnerável é a sua conexão local com a Internet. Use uma rede privada virtual (VPN) quando tiver duvidas sobre a segurança da rede WiFi. Esta ferramenta impede a intercepção de informações, pois criptografa todos os dados enviados e recebidos na rede.

5. Tenha cuidado com o que você baixar
Um dos objetivos prioritários dos cibercriminosos é enganá-lo para realizar o download de arquivos maliciosos, ou seja, programas ou aplicativos que contêm malware ou tentam roubar informações. "Este malware pode ser disfarçado como um aplicativo, seja na forma de um jogo popular ou aplicativo que relata tráfego ou clima", alerta Marques. Como regra geral, não baixe aplicativos que parecem suspeitos para você ou provenientes de um site em que você não confia.

6. Crie senhas fortes
As senhas são uma das vulnerabilidades mais importantes de toda a estrutura de segurança da Internet, mas, no momento, não há como substituir este método de identificação. O problema é que as pessoas tendem a escolher senhas fáceis de lembrar (como "senha" e "123456"), que os cibercriminosos podem adivinhar sem muito esforço. Selecione senhas seguras que são difíceis de descobrir pelos cibercriminosos. O software de gerenciamento de senha pode ajudá-lo a gerenciar várias senhas para que você não as esqueça. "Para que uma senha seja segura, ela deve ser única e complexa; em particular, deve ter pelo menos 15 caracteres de comprimento e combinar letras, números e caracteres especiais", recomenda Marques.

7. Mantenha seu programa antimalware atualizado
Um software de segurança robusto oferece proteção contra todas as ameaças, como a detecção e remoção de malware do seu PC, Mac e dispositivos móveis, desde que esteja atualizado. Tente atualizar o sistema operacional e os aplicativos que você usa regularmente, pois constituem uma camada vital de segurança.

“Vale reforçar que as dicas acima valem para todos os usuários, independentemente do dispositivo que estejam utilizando, seja dentro das empresas ou em casa − principalmente pelo fato de que os roubos de dados de clientes e o hacking de contas corporativas nas mídias sociais têm se tornado cada vez mais comuns”, alerta Marques. 

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