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60% dos apps Android potencialmente maliciosos foram encontrados com uso de IA
60% dos apps Android potencialmente maliciosos foram encontrados com uso de IA
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60% dos apps Android potencialmente maliciosos foram encontrados com uso de IA

Google divulgou relatório anual de segurança do Android. Ferramenta Google Play Protect impediu que 1,6 bilhão de apps fossem baixados pelos usuários

Da Redação

15/03/2018 às 18h02

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Foto:

O uso de inteligência artificial para detectar aplicativos Android potencialmente maliciosos tem dado resultado, segundo o Google. A companhia divulgou nesta quinta-feira (15) seu estudo "Android Security 2017 Year In Review" e revelou que 60,3% dos apps que poderiam causar dor de cabeça aos usuários foram filtrados pelo Google Play Protect

O serviço usa, entre outras técnicas, modelos de machine learning para conseguir detectar, além de possíveis malwares, conteúdos inapropriados para a plataforma. De acordo com o estudo, a ferramenta removeu 39 milhões de apps questionáveis e impediu que outros 1,6 bilhão de apps fossem baixados pelos usuários - e isso apenas em 2017. 

Como funciona

O Play Protect está presente nos aparelhos Android a partir da versão 4.3, o que compreende cerca de 2 bilhões de dispositivos atualmente. A ferramenta revisa todos os dias mais de 50 bilhões de aplicativos e essa revisão automática - feita 24 horas por dia - levou a remoção dos milhares de apps que não entraram nos parâmetros de segurança do Google. 

No mesmo relatório, o Google lembra que dispositivos Android que apenas utilizam aplicativos baixados da loja oficial Google Play estão mais seguros - no caso 9 vezes menos propensos a obterem um app potencialmente perigoso do que aqueles que recorrem a outros sites para encontrar apps.

A medida que os próprios modelos de machine learning do Google ficam mais sofisticados com o tempo, o Play Protect também aumenta sua capacidade e robustez para identificar ameaças. No relatório recente, em 2017 o Play Protect preveniu 74% das instalações de aplicativos que poderiam ser desastrosas. Esse número foi de 55% em 2016. 

 

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