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54% dos jovens brasileiros acreditam que aquecimento global é ‘exagero’
54% dos jovens brasileiros acreditam que aquecimento global é ‘exagero’
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54% dos jovens brasileiros acreditam que aquecimento global é ‘exagero’

Pesquisa buscou avaliar interesse e o conhecimento que brasileiros entre 15 e 24 anos têm da ciência. Para 24%, vacinas são perigosas

Da Redação

26/06/2019 às 19h49

Foto: Shutterstock

Jovens brasileiros estão interessados em ciência e tecnologia, segundo uma pesquisa da INCT-CPCT (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Comunicação Pública da Ciência e Tecnologia), divulgada no início desta semana. O estudo ouviu 2.206 jovens entre os 15 e 24 anos em todo o Brasil - 67% deles afirmaram que o tema é importante.

Entretanto, a desinformação sobre o tema é ainda grande. Segundo informações da Folha de S.Paulo, 93% dos jovens entrevistados não sabem o nome de nenhum cientista brasileiro e 87% não conseguem citar uma única instituição nacional de pesquisa. O interesse pela religião também se equipara ao interesse pela ciência, tendo em vista que 67% dos entrevistados afirmaram ter interesse em religião, enquanto medicina e saúde atraem 74% dos entrevistados e ambiente, 80%.

Quando questionados sobre temas importantes da atualidade, ficou ainda mais evidente o desconhecimento da geração. Indagados sobre aquecimento global e mudanças climáticas, 54% dos entrevistados acreditam se tratar de um exagero dos cientistas. Sobre a teoria da evolução, 40% não concordam que os humanos evoluíram e descendem de outros animais. E, por fim, 25% dizem acreditar que vacinar crianças pode ser perigoso.

Como os jovens se informam (ou desinformam)

Segundo a pesquisa, os jovens entrevistados recorrem ao Google e redes sociais para buscar temas científicos, incluindo aí Youtube, WhatsApp, Facebook e Instagram. Sobre fake news, a maior parte dos entrevistados (68%) admitiu achar impossível ou difícil distinguir se uma notícia relacionada à ciência é verdadeira.

Mesmo assim, como revelou o estudo, os jovens afirmam que nunca ou com pouca frequência recebem notícias que acham que poderiam ser falsas. Segundo as respostas obtidas pela pesquisa, as fontes de informação mais confiáveis seriam professores, médicos e cientistas de universidades públicas.

 

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