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3 mitos sobre a tecnologia NFC
3 mitos sobre a tecnologia NFC
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3 mitos sobre a tecnologia NFC

É realmente seguro? Está restrita a poucos lugares? E falta ainda desenvolvê-la? Especialista responde a principais perguntas sobre o tema

Eduardo Linhares

28/04/2019 às 10h00

Foto: Shutterstock

Assistimos, já há algum tempo, uma forte migração de empresas e consumidores rumo à adoção de novas tecnologias no mundo inteiro – até porque as pessoas estão mudando a maneira como interagem com essas tecnologias, principalmente as 100% digitais. É o caso, dentre tantos sistemas superinteressantes que surgiram nos últimos anos, da NFC (Near Field Communication).

Trata-se de uma tecnologia que permite a troca de informações entre dois dispositivos sem a necessidade de cabos ou fios (ou seja, é wireless), sendo necessária apenas uma aproximação física entre ambos (ou seja, também é contactless). Atualmente, o mercado mundial de NFC (segundo dados da Statista, de 2018) gira cerca de US$ 16 bilhões, e as estimativas indicam que, em 2024, serão mais de US$ 47 bilhões.

Como toda mudança de paradigma que se preze, esta também enfrenta desafios – porque tudo que é plenamente virtual tende a fazer o usuário se sentir mais exposto e, por isso mesmo, menos seguro. E quando alguns mitos sobre certas tecnologias começam a pulular na web, as coisas ficam ainda mais complicadas. Será que posso confiar no sistema? Dá para utilizá-lo em muitos lugares?

Reuni, neste artigo, três mitos sobre a Near Field Communication que mais chamam a atenção dos consumidores. O objetivo é colocar alguns pingos nos is deste assunto. Vamos aos fatos:

MITO 1 - Pagamento via NFC parece ficção científica, está restrito a pouquíssimos lugares

A tecnologia NFC já está implementada em cerca de 80 países, dentre eles França, Espanha, Alemanha, Itália, Holanda, Polônia, Rússia, Canadá, Japão, Coreia do Sul, China, Singapura e Nova Zelândia, segundo relatório da Juniper Research, de 2017. E a implantação de PDVs com a tecnologia NFC vem aumentando rapidamente, até porque ela tem atraído gigantes da tecnologia, como PayPal, Google, Samsung e Apple.

Em algumas grandes capitais, o transporte público já tem infraestrutura para NFC. Exemplo? Londres, onde o sistema já é um sucesso. Na Espanha, serviço similar foi lançado no começo do ano passado. Além disso, vários países da Ásia já dispõem de inúmeras opções NFC para seus habitantes.

É, definitivamente, uma tecnologia que veio para ficar. E para fazer sua vida muito mais fácil.

MITO 2 - Pagamentos via dispositivos móveis com NFC não são seguros

O pagamento móvel via NFC e demais elementos embarcados (como cartões SIM, pulseiras, relógios de pulso e até anéis) são tão seguros quanto o pagamento realizado com um cartão bancário com chip, por exemplo. O pagamento móvel via NFC utiliza os mesmos mecanismos de segurança lógica e física usados pelos cartões que não têm a tecnologia contactless e oferece muitas camadas extras de segurança. E essas camadas de segurança são endossadas pela maioria dos sistemas de pagamento.

MITO 3 - A tecnologia NFC ainda não está totalmente desenvolvida

Com o número crescente de equipamentos inteligentes com tecnologia NFC embarcada, o ecossistema da Near Field Communication nunca esteve tão democratizado, estável e funcional. Estudo do NFC Forum (de 2018) também revelou que a adoção de devices com tecnologia NFC está aumentando rapidamente – e tende a se tornar padrão de mercado. De acordo com relatório da Statista, relativo ao primeiro trimestre de 2019, estima-se que o número total de dispositivos NFC vai aumentar dos atuais 2 bilhões em todo o mundo para quase 4 bilhões em 2020 – vale dizer que, há dois anos, esse número não passava de 760 milhões.

Junte a isso uma tendência cada vez maior nos hábitos dos clientes e o cenário ficará muito mais fácil de ser decifrado: segundo o Banco Central, o celular já é o meio mais utilizado pelos clientes de instituições bancárias no Brasil. Com quase 25 bilhões de transações registradas no ano passado, os operações por meio de telefones móveis representaram 35% do total (em 2017, esse índice era de 28%) – daí para o NFC parece ser um passo mais do que óbvio.

Além disso, os smartwatches com NFC começam a conquistar espaço, com a chegada ao mercado brasileiro de mais players. E as pulseiras contactless vêm sendo mais e mais usadas, a cada estação, em eventos pelo País afora – tanto de entretenimento quando comerciais e setoriais.

Por tudo o que foi dito acima, está cada vez mais claro que não há futuro possível para o comércio eletrônico fora da NFC.

*Eduardo Linhares é diretor global de SMB e PMM do PayPal

 

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