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18 perfis de mulheres empoderadas da tecnologia para seguir no Instagram
18 perfis de mulheres empoderadas da tecnologia para seguir no Instagram
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18 perfis de mulheres empoderadas da tecnologia para seguir no Instagram

Acompanhe os ensinamentos de talentos como Camila Achutti, Nina Silva, Dani Junco e Beyonce

Déborah Oliveira

07/03/2019 às 8h54

Foto: Shutterstock

Elas são empoderadas e compartilham mensagens relevantes sobre o universo das mulheres na tecnologia. Listamos 18 perfis de mulheres poderosas para você seguir no Instagram e ficar por dentro desse universo. Prepare-se para se transformar e mudar sua maneira de ver o mundo pelos olhos dessas ‘minas’ incríveis.

Ana Fontes (@anafontesbr)

Em seu LinkedIn, Ana Fontes se define como fundadora (e faz tudo) na Rede Mulher Empreendedora a 1ª e maior rede de apoio ao empreendedorismo feminino do Brasil com 500 mil participantes. Ela também é curadora da Virada e do Fórum Empreendedoras.

Sua lista de conquistas é superextensa. Foi aluna do 10 mil mulheres FGV/Goldman Sachs e Business Advisor, professora do Programa Empreendedorismo em Ação do Insper, fellow da Vital Voices e finalista do programa Women Change Makers da Womanity e do prêmio Cláudia. Ganhadora do prêmio SparkAwards como melhor mentora, palestrante TEDx São Paulo. Painelista e facilitadora de workshop no Fórum Mundial de Direitos Humanos no Marrocos em 2014. Consultora do Projeto Itaú Mulher Empreendedora. Especialista em Empreendedorismo da Escola de Você. É Winning Women, programa da EY (Ernest Young)

Pós-graduada em marketing pela ESPM e Relações Internacionais pela USP e PDE da Fundação Dom Cabral também foi executiva de marketing em multinacionais. Cofundadora do site Elogieaki. Mentora e jurada de várias competições de empreendedorismo. Especialista em empreendedorismo feminino e pesquisadora de gênero. Autora do livro Empreendedoras por Natureza/2017.

Entre seus tópicos mais debatidos no Insta estão a luta pelos direitos e protagonismo feminino e o incentivo da independência financeira da mulher. Na Rede Empreendedora da Mulher esses temas são trabalhados em três frentes: conscientização, inspiração e capacitação.

Beyoncé Knowles (@beyonce)

Você provavelmente conhece a carreira de Beyonce como cantora, mas talvez não saiba que ela e seu marido, Jay-Z criaram um império bilionário com empresas próprias ou com a compra de parcelas de outras companhias. Em uma dessas transações, ela pagou US$ 56 milhões para adquirir o serviço de streaming de música Tidal há quase três anos. O investimento subsequente da Sprint valorizou a empresa em US$ 600 milhões.

Em 2018, ela lançou o “Lemonade” exclusivamente no serviço de streaming. Jay-Z fez o mesmo com “4:44” para atrair assinantes para o serviço. Estratégia de sucesso é com ela, mesmo!

Camila Achutti (@camilaachutti)

Camila Achutti é referência mundial na luta por mais mulheres na tecnologia e letramento tecnológico. Conquistou o prêmio Women of Vision 2015 sendo a primeira estudante latina a receber tal honra. Fundadora do blog Mulheres na Computação, falou em um TEDx num estádio de futebol e viajou o Brasil ensinando mais de 15 mil jovens a criar aplicativos da Amazônia a comunidades no Rio de Janeiro.

É uma empreendedora antes mesmo de se reconhecer como tal. É cofundadora e CEO do Mastertech, plataforma de educação de habilidades do século 21, parceiro oficial do Facebook na Estação Hack e eleita a melhor startup de educação do País. É Cientista da Computação de coração e formação pelo IME-USP, onde também finalizou seu mestrado. Professora da Engenharia no Insper, já trabalhou com grandes empresas como Google, Intel, Accenture, Itaú e Leroy Merlin. Isso tudo guiada pelo sonho de transformar o mundo, talvez por isso ela tenha sido listada pela Forbes como 30Under30.

No Insta, compartilha sua agenda lotadíssima, que começa às 7h e termina lá pela meia-noite. Acompanhar a rotina de Camila é de tirar o fôlego, mas certamente você irá se inspirar com o dia a dia dessa jovem brilhante. Ela também viaja o mundo participando de eventos, dando voz às mulheres em tecnologia.

Vale a pena ficar de olho nas suas recomendações de livros – inquieta, ela lê de dois a três livros por vez. Tudo isso para aprimorar conhecimentos e compartilhar aprendizados.

Camila Farani (@camilafarani)

Parece que as ‘Camilas’ estão com tudo nesse universo, não é mesmo? Camila Farani é um dos “tubarões” do Shark Tank Brasil. Única mulher bicampeã premiada como Melhor Investidora-Anjo no Startup Awards 2016 e 2018, ela é sócia-fundadora da G2 Capital, uma butique de investimentos em empresas de tecnologia, as startups.

Em 2014, cofundou o grupo Mulheres Investidoras Anjo de incentivo a mulheres empreendedoras. De 2016 a 2018, presidiu o Gávea Angels, um dos primeiros grupos de investimento anjo do Brasil. Empreendedora desde 2001, também tem participação como sócia e criadora do Grupo Boxx (alimentação) e Innovaty (educação). É advogada, com pós-graduação em Marketing e especializações em Empreendedorismo e Inovação por Stanford e pela Massachusetts Institute of Technology (MIT).

La no Insta, Camila apresenta dicas para empreender e tornar a tarefa um pouco menos desafiadora. Frequentemente, ela também tira dúvidas dos seguidores sobre startups e oportunidades de empreender no Brasil. Recentemente, compartilhou em sua timeline cinco lições de equipe com o filme Bohemin Rhapsody. Vale a pena conferir.

Carine Ross (@carine_roos)

Formada em Sociologia pela Universidade de Brasília e em Comunicação Social pelo Centro Universitário UniCEUB, Carine é especialista em Equidade de Gênero e Inovação há mais de dez anos. Atualmente, é CEO da UPWIT (Unlocking the Power of Women for Innovation and Transformation) ou Destravando o Poder das Mulheres para Inovação e Transformação, consultoria em inteligência e equidade de gênero e inovação. Foi consultora de instituições voltadas à tecnologia, comunicação e Direitos Humanos, como o Comitê Gestor de Internet (CGI.br), a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), a UNESCO, a UNICEF, o Ministério da Saúde, entre outros.

Possui certificação internacional em Gerenciamento em Inovação Social pela Amani Institute. Possui certificação internacional em Professional & Self Coaching pelo Instituto Brasileiro de Coaching, é certificada em Practicioner pela Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística, é hipnoterapeuta Ericksoniana certificada pelo ACT Institute e especialista em análise comportamental DISC pela E-talent. É ainda coautora e editora do eBook Mulheres Líderes na Tecnologia: como promover a equidade de gênero e reter talentos nas empresas

Também é cofundadora do ELAS. Criada em agosto de 2017 e alinhado aos Sete Princípios do Empoderamento das Mulheres nas empresas defendidos pela ONU, a ELAS (Exercendo Liderança com Assertividade e Sabedoria) se diz a primeira Escola de Liderança e Desenvolvimento voltada para mulheres que buscam assumir posições de destaque nas empresas ou na sociedade. Além de oferecer workshops, palestras e mentorias, a Escola se destaca por um curso exclusivo chamado Programa ELAS.

Ciranda Morais (@cirandamorais)

Fundadora do She’s Tech, movimento/projeto que visa fortalecer a presença feminina no setor de tecnologia, Ciranda Morais é também organizadora do Google Business Group BH, membro do Observatório de Gênero e Raça de Minas Gerais e do Conselho Empresarial da Mulher Empreendedora da ACMinas.

Ela é mestre em Políticas Sociais e Direção estratégica para Desenvolvimento Sustentável do Território pela Universidade de Bolonha, Itália, trabalhou por quase dois anos como agente de inovação do programa Minas Digital. Graduada em Publicidade/Propaganda e Relações Públicas pela PUC/MG. Mensagens de empoderamento e incentivo de mulheres na tecnologia fazem parte da sua timeline e ainda dos seus Stories.

Courtney Batterson (@thatgirlatnasa)

Courtney é ex-aluna da Universidade de Creighton, nos Estados Unidos, onde concluiu o curso de Ciências Ambientais com foco em Meteorologia.

Depois de um estágio de verão em 2016 no Centro de Pesquisa Ames da NASA em Mountain View, CA, Courtney recebeu uma posição de período integral como Cientista Assistente de Pesquisa após a graduação. Ela aceitou sem hesitação e mudou-se para o Vale do Silício com seu namorado, Alex, em junho de 2017.

Seu trabalho inclui a análise de dados climáticos de Marte recuperados de várias informações da superfície de Marte, incluindo Curiosity, Phoenix, Viking Landers 1 & 2 e Pathfinder. Ela também usa o Ames Mars Global Climate Model para apoiar e refinar sua pesquisa. Está chegando ao fim do seu primeiro projeto na Mars Climate Change e espera publicar o trabalho em uma revista acadêmica revisada por pares nos próximos meses.

Courtney é apaixonada por aumentar a visibilidade e o reconhecimento das mulheres na ciência. Ela também investiu nas futuras gerações de cientistas, gerenciando várias plataformas, das quais ela aconselha e incentiva os jovens a seguirem carreiras STEM.

Dani Junco (@danijunco)

Na descrição do seu perfil no Instagram, Dani Junco avisa: “Não subestime a força da mulher que deseja ser um exemplo para seu filho”. É com essa visão que ela fundou a B2Mamy, primeiro hub de startups que capacita e conecta mães empreendedoras ao ecossistema de inovação, tecnologia e startups. Dani tem um currículo extenso e é especialista em Tecnologia da informação (TI), Marketing com foco em Branding e Canais de venda e gestão de comunidades.

"Acreditamos que a mãe possa encontrar um caminho equilibrado entre o sucesso profissional e a participação ativa na criação dos filhos, o que reflete em uma sociedade mais generosa, colaborativa e produtiva", incentiva ela.

Iana Chan (@iana.chan)

Aos 12 anos, Iana Chan sentou-se pela primeira vez em frente a um computador. O presente dos pais foi um marco em sua vida. Aquele foi o momento em que Iana descobriu o PC como ferramenta de expressão. “Adorava brincar com pacotes e criar animações. Também imaginava trocar mensagens por e-mail. A chegada da internet foi uma revolução na minha vida”, conta.

Jornalista formada pela ECA/USP, Iana Chan é apaixonada por tecnologia e educação. É fundadora da PrograMaria, iniciativa que tem como missão empoderar mulheres por meio da tecnologia e da programação, reconhecida pelo Edital VaiTec e pelo Prêmio Mulheres Tech em Sampa, do Google for Entrepreneurs e Rede Mulher Empreendedora.

Também é Program Manager na Liga Ventures, primeira aceleradora totalmente dedicada a conectar startups e grandes empresas. No Instagram, Iana mostra os bastidores do PrograMaria, as turmas formadas e ainda pensamentos sobre mais mulheres na tecnologia.

Julia Jaccoud (@amatemaniaca)

Julia Jaccoud, conhecida por Matemaníaca, prova que matemática pode ser divertido. Formada em Licenciatura em Matemática na Universidade de São Paulo (USP), a YouTuber bate um papo em seu canal sobre o tema e apresenta a matemática da maneira bonita e lúdica.

Debates, questionamentos e poucas aulas expositivas são alguns dos temas abordados por ela que também mostra que a tão temida matemática por alguns vai muito além de sua aplicabilidade.

Karlie Kloss (@karliekloss)

Além de uber model e um dos rostos mais conhecidos da moda, Karlie lidera um projeto de programação para garotas, batizado de Koding with Klossy. Tudo começou, inclusive, com o próprio Instragram. Ela tinha curiosidade de saber como aplicativos como esse funcionavam e fez um curso para aprender a codificar. Foi amor à primeira vista.

O Koding with Klossy surgiu em 2015 para empoderar meninas a se tornarem líderes no setor tecnológico. É um programa de verão grátis (sim, grátis!) de duas semanas para meninas de 13 a 18 anos. Por enquanto, só tem nos Estados Unidos, mas quem sabe chega ao Brasil.

Kellen Bonassoli (@eusouakell)

Curitibana, mãe do Konrad, graduada em Letras com especialização em Psicopedagogia e formação complementar em Marketing Digital e Mídias Sociais, Kell, como é conhecida no mundinho digital, é Contista e vencedora do prêmio Novos Talentos da Literatura, promovido numa parceria entre a FNAC e a editora Novo Século. É também coautora do livro Reflexões sobre Podcast (primeira publicação nacional exclusiva sobre a mídia) e consultora de criatividade no portal Mundo Podcast.

Possui dez anos de experiência na produção de eventos científicos e tecnológicos e é embaixadora do Tech Ladies, rede de empoderamento feminino por meio da tecnologia. Além de tudo isso, é Estrategista Digital do Instituto Campus Party no projeto Campuseros. Lá no insta, seus stories são agitadíssimos. Tem viagens, fotos, recebidos e mensagens motivacionais.

Kimberly Bryant (@blackgirlscode)

A história de Kimberly Bryant é curiosa. Ela nunca pensou em fundar um dos grupos de mulheres mais influentes do Vale do Silício. Na verdade, ela só queria que sua filha aproveitasse o acampamento de verão. Em 2011, Kimberly estava trabalhando como gerente de projetos na indústria de tecnologia em São Francisco, quando sua filha prodígio de 12 anos, Kai, se matriculou em aulas para aprender a escrever códigos em Stanford. Quando ela viu que sua filha amava jogos e sonhava em se tornar uma programadora e única estudante afro-americana em sua classe, Kimberly decidiu agir.

Foi assim que surgiu a Black Girls Code. Fundada em 2011, a organização norte-americana sem fins lucrativos da Bryant, oferece educação tecnológica para mais de 8 mil garotas afro-americanas, latinas e nativas americanas nos Estados Unidos - trabalhando diariamente para capacitar jovens do setor de tecnologia.

A visão de entidade é aumentar o número de mulheres negras no espaço digital, capacitando meninas de 7 a 17 anos para se tornarem inovadoras em campos STEM, líderes em suas comunidades e construtores de seus futuros por meio da exposição à ciência e tecnologia da computação. A Black Girls Code quer treinar 1 milhão de meninas até 2040.

Nina Silva (@ninasilvaperfil)

Executiva em TI há mais de 16 anos, com experiência internacional, escritora, mentora e gestora de negócios em tecnologia, Nina Silva é uma das fundadoras do Movimento Black Money que atua com Inovação, Mindset empreendedor e educação financeira para a população negra. Socia-fundadora da fintech D'Black Bank, em fase atual de prototipação e market fit.

Nos últimos dez anos, gerenciou portfólios de projetos, rollouts e sistemas com vivência no exterior junto a grandes consultorias do segmento. Atualmente, compõe a equipe da ThoughtWorks como Project Manager, além de ter empresas como Petrobras, Honda, L'Oréal, Heineken, entre outras em seu histórico profissional.

Em 2018, foi reconhecida pela instituição internacional MIPAD (Most Influential People of African Descent) como uma das cem afrodescendentes mais influentes do mundo. Também neste ano foi indicada na lista da Gama Academy dos 50 profissionais de tecnologia a serem seguidos no Brasil.

Escritora e roteirista com algumas obras publicadas, em 2012 foi condecorada como Membra honorária da Academia de Letras de Araçariguama e região. Em suas postagens no Instagram, Nina compartilha sobre seu projeto, sua rotina como palestrante a ainda mensagens de engajamento dos negros com o empreendedorismo.

Rakia Reynolds (@rakiareynolds)

Ela era produtora de TV, mas não hesitou em mudar por completo sua carreira ao se tornar estrategista de comunicações. Rakia Reynolds é fundadora e CEO da Skai Blue Media, agência de comunicação multimídia que foca em estilo de vida e tecnologia. Reconhecida como influenciadora no setor de negócios criativos e membro do Global Accelerator das Nações Unidas, Rakia é procurada pelas empresas para fornecer sua expertise em desenvolvimento criativo, branding e comunicação estratégica.

Atuou como especialista em marcas para Serena Williams e regularmente contribui com sua expertise em empreendedorismo e liderança para as renomadas publicações Forbes, HuffPos e Fast Company.

Ela é expert em desenvolvimento e comunicação de negócios para startups, marcas estabelecidas, personalidades e organizações sem fins lucrativos para lançar, marcar, renovar e revitalizar seus negócios.

Sallie Krawcheck (@sallie.krawcheck)

CEO e cofundador da Ellevest, Sallie Krawcheck, é ex-CEO em Wall Street. Ela se uniu a analistas, empresários e engenheiros brilhantes para fechar a lacuna de dinheiro entre os gêneros para as mulheres. A Elleves tem como objetivo atender melhor às necessidades das mulheres usando um algoritmo adaptado especialmente para as rendas e os ciclos de vida delas.

Em 2005, ela foi nomeada pela Forbes como a número sete em uma lista de com mulheres mais poderosas do mundo. Em 2008, foi reconhecida pela Investment Advisor como uma das 25 pessoas mais influentes no negócio de consultoria de investimentos.

Sheryl Sandberg (@sherylsandberg)

Mas é claro que não iríamos esquecer da toda-poderosa-master do Facebook na lista. COO do Facebook desde 2008, Sheryl Sandberges acumula resultados invejáveis. Ela liderou a inclusão do Facebook como plataforma para publicidade de pequenas empresas em 2016 ajudou a aumentar a receita publicitária em 57%.

Por dois anos, defendeu o Facebook diante do escândalo da Cambridge Analytica e dos riscos contínuos de privacidade de dados para seus 2 bilhões de usuários. Mark Zuckerberg, fundador da rede social, prometeu sua confiança na liderança e no futuro de no Facebook. Além de membro do conselho do Facebook, Sheryl é uma das fundadoras da comunidade Lean in (leanin.org), que apoia mulheres do mundo todo a abraçarem suas ambições.

Também é autora dos livros Faça Acontecer – Mulheres, Trabalho e Vontade de Liderar, em que fala sobre a causa da equidade de gênero na carreira, Faça Acontecer e Plano B - Como Encarar Adversidades Desenvolver Resiliência.

Sophia Amoruso (@sophiaamoruso)

Em 2016, Sophia Amoruso foi considerada pela Forbes uma das mulheres mais jovens a fazer fortuna por conta própria. Ela tem uma história peculiar e bastante polêmica. Norte-americana, cresceu na Califórnia dos anos 90, e nunca se encaixou nos padrões considerados normais pela sociedade. Aos 22 anos, abandonou os estudos e a casa dos pais, revirava lixo nas ruas e furtava lojas.

Ela fundou a Nasty Gal, varejo de moda feminina, que passou a ser nomeada uma das "empresas que mais crescem" pela Inc. Magazine em 2012. Apesar do sucesso estrondoso, algum tempo depois, no entanto, a Nasty Gal pediu falência, dizimando a fortuna de Sophia.

É cofundadora e CEO da Girlboss, plataforma global que existe para redefinir o sucesso para as mulheres do milênio, fornecendo as ferramentas e as conexões de que precisam para ter seus futuros. A Girlboss dá às mulheres um lugar não só para celebrar o que fazem, mas também para quem são. É também investidora-anjo.

Sua autobiografia de 2014 #GIRLBOSS foi adaptada em uma série de televisão com o mesmo nome para Netflix, em 2017, mas em seguida foi cancelada pelo serviço.

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